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Você já parou para pensar de onde vem boa parte da eletricidade que chega até sua casa ou sua empresa? A energia hidrelétrica é, há décadas, uma das principais fontes de geração no mundo, e isso se deve, em grande parte, às gigantes construções que transformam a força dos rios em energia elétrica.
Presentes em países com grande disponibilidade de recursos hídricos, essas usinas são verdadeiras obras de engenharia que impressionam não só pela grandiosidade, mas também pelo função que exercem na geração de energia em larga escala.
Neste artigo, você vai conhecer as maiores hidrelétricas do mundo, entender sua capacidade de geração e descobrir uma alternativa mais moderna, acessível e sustentável em relação a esse sistema. Boa leitura.
A energia hidrelétrica representa hoje a maior fonte de eletricidade renovável do planeta. Ela é essencial para a estabilidade das redes elétricas.
Além da geração em larga escala, essas hidrelétricas exercem parte fundamental no controle de cheias, irrigação e desenvolvimento econômico das regiões onde estão inseridas.
A seguir, você confere quais são as maiores hidrelétricas do mundo, suas principais características e algumas curiosidades técnicas que ajudam a entender a importância desse tipo de geração para o cenário energético global.
Localização: Província de Hubei, China, às margens do Rio Yangtze.
Capacidade instalada: 22.500 MW.
Ano de inauguração: Construção iniciada em 1994 e operação completa em 2012.
A usina de Três Gargantas é atualmente a maior hidrelétrica do mundo em capacidade de geração. São 32 turbinas principais e 2 menores, além de um impressionante sistema de eclusas que permite a passagem de navios entre diferentes níveis do rio.
O projeto foi considerado uma das maiores obras de engenharia já realizadas, com uma barragem que tem 2,3 km de comprimento e 185 metros de altura.
Além de fornecer energia para milhões de pessoas, a usina também tem papel estratégico no controle de inundações do Rio Yangtze, que historicamente causavam grandes desastres na região.
O projeto foi alvo de críticas internacionais devido ao deslocamento de mais de 1,3 milhão de pessoas, à submersão de diversas cidades históricas e a impactos significativos na fauna e flora local. Estudos também indicam que a retenção de sedimentos e as alterações no fluxo do rio afetaram diretamente o ecossistema do delta do Yangtze.
Localização: Rio Jinsha, entre as províncias de Sichuan e Yunnan, China.
Capacidade instalada: 16.000 MW.
Ano de inauguração: 2022.
A usina de Baihetan é a segunda maior hidrelétrica do mundo e a mais recente entre os grandes projetos de geração de energia da China. Sua construção começou em 2017 e a operação completa foi concluída em 2022. O projeto conta com 16 turbinas gigantes, cada uma com capacidade de 1.000 MW, sendo atualmente as maiores unidades de geração do mundo em operação.
Essa mega infraestrutura foi planejada para gerar energia em larga escala e também para contribuir com o controle de enchentes, a navegação e a redução de emissões de carbono, já que substitui parte da matriz energética chinesa baseada em carvão.
Baihetan impressiona também pela engenharia, a barragem em arco de concreto tem 277 metros de altura, considerada uma das maiores do mundo nesse modelo. O projeto enfrentou grandes desafios geológicos, incluindo a necessidade de perfurar e estabilizar rochas em uma região montanhosa de alta complexidade.
Apesar de sua eficiência energética, também gera preocupações ambientais, sobretudo no impacto sobre espécies de peixes nativas do Rio Jinsha e no deslocamento de milhares de moradores da região para a construção do reservatório.
Localização: Rio Paraná, na fronteira entre Brasil e Paraguai.
Capacidade instalada: 14.000 MW.
Ano de inauguração: 1984.
A usina hidrelétrica de Itaipu é um marco mundial na geração de energia limpa e um exemplo de cooperação internacional. Construída em parceria entre Brasil e Paraguai, Itaipu abastece aproximadamente 15% da energia consumida no Brasil e impressionantes 90% da energia utilizada no Paraguai, consolidando-se como uma das principais fontes de energia da América do Sul.
Composta por 20 unidades geradoras, cada uma com capacidade de 700 MW, Itaipu se destaca pelo tamanho e pelo seu desempenho. Em 2016, bateu o recorde mundial de geração de energia, com mais de 103 milhões de MWh produzidos em um único ano.
A barragem tem 196 metros de altura e se estende por 7,9 quilômetros. A construção envolveu a movimentação de 50 milhões de toneladas de terra e rocha, além do uso de concreto suficiente para construir 210 estádios como o Maracanã.
Apesar de sua grandiosidade, Itaipu também gerou impactos ambientais e sociais. Aproximadamente 40 mil pessoas foram deslocadas para a formação do reservatório, e áreas naturais foram alagadas.
Desde então, a usina desenvolve diversos programas de compensação ambiental, reflorestamento e proteção da fauna, além de ações sociais nas comunidades da região.
Localização: Rio Xingu, no estado do Pará, Brasil.
Capacidade instalada: 11.233 MW.
Ano de inauguração: 2016 (início das operações comerciais).
Localizada na região Norte do Brasil, a usina hidrelétrica de Belo Monte é a maior usina 100% brasileira e a quarta maior do mundo em capacidade instalada. O projeto foi concebido para atender parte significativa da demanda energética do país, especialmente da região Sudeste, que concentra os maiores centros urbanos e industriais.
Diferente de outras hidrelétricas de grande porte, Belo Monte opera com um reservatório reduzido, ocupando cerca de 516 km², justamente para minimizar os impactos socioambientais na região amazônica.
Ainda assim, o empreendimento foi alvo de discussões e questionamentos por conta dos impactos sobre comunidades ribeirinhas, indígenas e sobre a biodiversidade local.
A usina conta com duas casas de força: a principal, com capacidade de 11.000 MW, e a casa complementar, com 233 MW. Belo Monte é responsável por aproximadamente 10% de toda a capacidade de geração hidrelétrica do Brasil, consolidando-se como uma peça-chave na matriz energética nacional.
Localização: Rio Caroní, no estado de Bolívar, Venezuela.
Capacidade instalada: 10.235 MW.
Ano de inauguração: 1969 (expansões concluídas na década de 1980).
A usina hidrelétrica de Guri, oficialmente chamada de Central Hidroeléctrica Simón Bolívar, é a maior da Venezuela e a quinta maior do mundo. Localizada no Rio Caroní, ela representa a principal fonte de energia elétrica do país, abastecendo aproximadamente 70% da demanda energética venezuelana.
O projeto começou na década de 1960, com a primeira fase inaugurada em 1969, e sua expansão foi concluída em meados da década de 1980. A usina possui um enorme reservatório, com uma área que ultrapassa 4.000 km², sendo um dos maiores lagos artificiais do planeta.
Apesar de sua importância estratégica para o país, ela enfrenta desafios constantes relacionados à variabilidade do regime de chuvas e à gestão dos recursos hídricos, o que já causou episódios de apagões em anos de seca severa.
Além disso, Guri conta com duas casas de força que somam 20 unidades geradoras. Seu enorme vertedouro é uma das imagens mais conhecidas da engenharia venezuelana, podendo liberar até 30.000 metros cúbicos de água por segundo para controle do nível do reservatório.
O setor energético global passa por uma transformação significativa, marcada pela busca por fontes mais sustentáveis, eficientes e acessíveis. Embora as hidrelétricas ainda sejam fundamentais para a matriz energética de diversos países, o crescimento de outras fontes renováveis é uma tendência irreversível.
No Brasil, além do avanço dessas fontes, o mercado livre de energia também é uma excelente opção. Esse modelo permite que empresas e, em breve, consumidores residenciais, escolham seus fornecedores e fontes de energia, incluindo opções renováveis.
Com isso, além de reduzir custos, é possível consumir energia de forma mais sustentável, alinhada às práticas de responsabilidade ambiental. Outro movimento importante é o crescimento dos projetos híbridos, que combinam diferentes fontes de geração e sistemas de armazenamento.
A digitalização também está transformando o setor. Ferramentas como inteligência artificial, IoT e blockchain estão sendo utilizadas para melhorar a gestão, aumentar a eficiência e oferecer mais transparência e autonomia aos consumidores.
Esse conjunto de tendências aponta para um futuro energético mais diversificado, resiliente e centrado no consumidor, que agora tem mais poder de decisão, tanto na escolha da fonte de energia quanto na forma de contratar, com modelos como o mercado livre se consolidando como uma opção estratégica.
Analisar as maiores usinas hidrelétricas do mundo nos ajuda a entender a importância dessa fonte de energia na construção das matrizes energéticas globais. No entanto, o cenário atual deixa claro que o futuro está na diversificação, na descentralização e no uso de fontes mais limpas e acessíveis.
Soluções como energia solar, eólica, projetos híbridos e o próprio mercado livre de energia são caminhos estratégicos para quem busca eficiência, economia e sustentabilidade.
Seja para empresas ou consumidores, essas alternativas representam um avanço significativo rumo a um modelo energético mais inteligente e alinhado às necessidades do presente e do futuro.
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