6 passos simples com a EDP cuidando de tudo para você
Identificação dos principais benefícios e oportunidades de economia para sua empresa
Explicação detalhada do produto e acompanhamento comercial personalizado com termo único
Assinatura e envio do documento oficial informando à distribuidora o início da migração
Troca especializada do medidor para monitoramento preciso do consumo e benefícios
Registro completo na Câmara de Comercialização de Energia para entrada no mercado livre
Finalização do processo com relatórios de economia disponíveis 24/7 na área do cliente
Empresas com gastos a partir de 10 mil reais nas contas mensais de energia e ligadas em média ou alta tensão podem usufruir desse benefício. Simule e descubra o valor aproximado que você pode ter de economia
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Realize uma contratação de energia personalizada e com a possibilidade de gerenciar seu consumo de maneira mais flexível.
Livre de encargos, bandeiras tarifárias e com valor fixo para todos os horários (sem variação em horário de pico).
Reducão dos riscos operacionais e financeiros - esta responsabilidade fica com a EDP.
Previsibilidade com contratos de longo prazo a preços estáveis.
O Mercado Livre de Energia Varejista é um modelo simplificado de participação no Ambiente de Contratação Livre (ACL), no qual a empresa contrata energia por meio de uma comercializadora varejista, que atua como sua representante perante o mercado.
Nesse modelo, a empresa não precisa se associar diretamente à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), pois a comercializadora varejista assume todas as obrigações operacionais, financeiras e regulatórias, incluindo medição, contabilização, garantias e liquidação.
Com as novas regras vigentes desde janeiro de 2024, a principal exigência para migrar ao Mercado Livre de Energia é que a unidade consumidora esteja enquadrada no Grupo A, ou seja, conectada à rede em média ou alta tensão.
Com isso, diversos estabelecimentos comerciais e industriais, como supermercados, hospitais, shoppings e indústrias de médio porte, passaram a poder considerar a migração, desde que atendam às condições técnicas e contratuais exigidas.
O Mercado Livre de Energia no modelo varejista é seguro e amplamente regulado pela ANEEL, com operações realizadas por meio da CCEE, garantindo transparência e regras claras de funcionamento. Nesse modelo, a comercializadora varejista assume as obrigações operacionais, financeiras e regulatórias, reduzindo a complexidade e a exposição do consumidor.
A chave para uma experiência segura está na escolha de um parceiro experiente. Uma comercializadora varejista idônea possui a estrutura e o conhecimento necessários para gerenciar riscos, honrar contratos de longo prazo e oferecer proteção contra exposições financeiras indesejadas, de acordo com o modelo contratual adotado, garantindo previsibilidade e tranquilidade ao cliente.
O processo de migração, desde a análise inicial até o início da contratação no mercado livre, normalmente leva alguns meses. Um dos principais fatores que define esse prazo é a necessidade de comunicar a saída da distribuidora atual com antecedência mínima prevista em contrato, que em geral é de 180 dias.
Esse período é essencial para o encerramento administrativo do fornecimento no ambiente regulado e para a preparação técnica e contratual da entrada no Ambiente de Contratação Livre.
O comercializador varejista é o agente autorizado a representar consumidores perante a CCEE no âmbito do Mercado Livre de Energia Varejista. De acordo com a Portaria Normativa nº 50/GM/MME/2022, os consumidores do Grupo A com carga individual inferior a 500 kW devem, obrigatoriamente, ser representados por um agente varejista, não sendo permitida sua atuação direta como agentes da CCEE.
Nesse modelo, em vez de a empresa precisar se associar à CCEE — processo que exige estrutura técnica, garantias financeiras e capacidade operacional — a comercializadora varejista assume essa responsabilidade, viabilizando o acesso ao mercado livre de forma simplificada e segura.
Ao migrar para o Mercado Livre, a empresa passará a receber duas faturas distintas, proporcionando maior transparência sobre os custos. A primeira é emitida pela distribuidora local de energia e refere-se exclusivamente à Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), que é o custo pelo uso da rede elétrica física que leva a energia até o ponto de consumo.
A segunda fatura é emitida pelo seu fornecedor de energia no mercado livre, ou seja, pelo comercializador varejista com quem você contratou. Nela estão detalhados os custos com a energia propriamente dita, conforme as condições negociadas no contrato. A Soluções EDP, por exemplo, oferece uma plataforma online para que o cliente acompanhe todas essas informações e relatórios de consumo de forma centralizada.
O consumidor deixa de contratar energia no ambiente regulado por meio da distribuidora, enquanto ela continua sendo a responsável técnica pela entrega física da eletricidade, pela manutenção da rede, pela qualidade do fornecimento e pelo atendimento em casos de emergências ou interrupções.
Assim, o serviço de distribuição — que garante a confiabilidade do fornecimento — permanece inalterado e com o mesmo padrão de qualidade. A mudança ocorre no fornecedor e na forma de contratação da energia, permitindo maior flexibilidade comercial, enquanto o uso da infraestrutura continua sendo remunerado por meio das tarifas de distribuição pagas à concessionária da região.
A principal diferença está no nível de participação direta da empresa no mercado e na complexidade operacional assumida. No Mercado Livre Atacadista, a empresa atua como um agente direto da CCEE. Ela precisa realizar sua própria adesão formal à Câmara e negociar diretamente no ACL, o que envolve cuidar de todas as obrigações regulatórias, financeiras e de gestão de contratos.
Já no MLE Varejista, a empresa participa do mercado de forma indireta, por meio de um representante. Ela não precisa se tornar agente da CCEE, porque esse comercializador varejista contratado é quem responde por todas essas obrigações.
Sim, é possível fazer essa transição, mas ela envolve uma mudança significativa no modelo de participação no mercado livre. Para migrar do modelo varejista para a atuação direta, a empresa deve iniciar todo o processo de associação à CCEE, cumprindo os requisitos de cadastro, garantias financeiras e estrutura operacional exigidos para se tornar um agente do mercado.
Essa decisão deve ser tomada com base em uma análise estratégica que avalie se o volume de consumo e a complexidade da gestão energética justificam a internalização das obrigações, custos e riscos associados à participação direta no Ambiente de Contratação Livre.
Não. Esta é uma das grandes vantagens e a essência do modelo varejista. Nesse formato, quem se torna agente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) é a comercializadora varejista contratada, e não a empresa consumidora. Ela atua como sua representante perante a Câmara, assumindo as obrigações regulatórias relacionadas à participação no mercado, incluindo o registro de contratos e as liquidações financeiras.
Dessa forma, sua empresa acessa as vantagens competitivas do Ambiente de Contratação Livre sem a necessidade de dedicar recursos internos para gerenciar uma relação direta e complexa com a CCEE, o que seria necessário no modelo atacadista.
Os contratos de longo prazo são a principal ferramenta para conquistar previsibilidade orçamentária no mercado livre. Eles permitem um preço estável de energia por um período estendido, blindando a empresa das flutuações de curto prazo do mercado e, principalmente, contra a incidência das bandeiras tarifárias do mercado cativo. Isso facilita muito o planejamento financeiro.
No entanto, a sustentação desses contratos ao longo do tempo depende da solidez do comercializador varejista. O mercado de energia é volátil, e apenas um parceiro confiável tem condições de honrar um preço fixo acordado há anos. Por isso, escolher um representante estruturado, como a Soluções EDP, que faz parte de um grupo global com mais de 20 anos de atuação no Brasil, é uma decisão estratégica que diminui os riscos.
Se preferir, deixe seu contato e um de nossos especialistas pode te explicar melhor